
Stairs by Svenwerk via flickr.com
Simples alterações no design e localização de escadas podem ajudar a combater a obesidade tornando edifícios mais amigos da actividade física, de acordo com um estudo liderado por Dr. Ishak A. Mansi em Louisiana.
Concluíu-se que alterar o design de escadas para encorajar o seu uso requer intervenções ao nível da arquitectura e legislativo para criar ambientes físicos que suportam actividade quotidiana.
Pesquisadores acreditam que encorajar pessoas a usar escadas em vez de elevadores ou escadas rolantes é uma boa aposta em aumentar a actividade física moderada e redução da obesidade.
A abordagem actual do design das escadas em articulação com a arquitectura de um edifício constitui o problema mais comum. Estas estão muitas vezes escondidas das entradas, sinalizadas apenas juntamente com saídas de emergência.
Arquitectos são desafiados a obedecer às regras de design, segurança e contrução que focam segurança contra incêndios e acessibilidade limitando bastante a possiblidade de tornar as escadas um lugar mais convidativo.
Como receita de arquitectura e solução para este problema, o estudo aponta para música ambiente nas escadas, aumento da sua largura e diminuição do espelho juntamente com boa iluminação e ar condicionado.
Consideram também que agora é altura de alterar a legislação da contrução para incorporar preocupações de saúde e apoiar uma vida activa.
O estudo foi publicado em June Southern Medical Journal.
via: timesofindia
No blog dos NL Architects encontrei um curto e curioso artigo que junta as três palavras acima. Então a luz fez-se assim:
Research shows that men who share their life with multiple spouses simultaneously will live up to 10% longer.
Architecture is -among many things- a battle against time. In some societies you’re still a young architect at age 50! The production is so slow that in order to create an ‘oeuvre’ it is a recommendation to stretch life as much as possible, by any means…

Edifício Viriato, Rebordosa. Nuno Brandão Costa, Prémio Secil 2008.
O Prémio é atribuído ao Edifício administrativo e Show-Room “Móveis Viriato” – Rebordosa, Paredes – projectado pelo arquitecto Nuno Brandão Costa.
Em nota de impressa, a Secil anunciou o edifício galardoado com «o Prémio de referência da Arquitectura portuguesa que distingue, de dois em dois anos, a mais significativa solução de arquitectura aplicada no biénio a que respeita».
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Ensaio sobre o Turismo, para a cadeira de Antropologia do Turismo, leccionada pelo Prof. Pedro Prista
Em termos gerais, é possível definir Turismo como uma actividade temporária de recreio, em que um indivíduo tem a intenção e acção voluntária de visitar um sítio longe de casa com o propósito de experienciar mudança. Desta forma, o Turismo pode ser visto como uma forma de estruturar as actividades lúdicas no ciclo de vida pessoal para proporcionar períodos alternados de trabalho e lazer.
Pode-se dizer que o Turismo surge no séc. XVIII quando de generaliza a moda do tour como prática pós universitária, em que os filhos da burguesia inglesa partiam em viagens culturais para visitar as paisagens, os lugares e as ruínas, por forma a experienciarem em concreto os sítios que tinham estudado. Os lugares a visitar por excelência eram a Grécia e o Sul de Itália. O tour era um culminar de vários anos de estudo ao qual se acrescentava a experiência de viver os sítios.
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