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“Ajuda-me Mies! (Onde está o Esc?)”. Ser arquitecto, ou mesmo tentar sê-lo, é uma profissão de risco. Risco psicológico, risco de passar para o lado de lá e não voltar, de atingir a loucura. Este vídeo é a prova disso mesmo. O jovem estudante de arquitectura, foi fazer Erasmus para Alicante para “dis-fru-tar e pro-jec-tar”, mas uma sucessão de acontecimentos inesperados levam-no ao limite… ou além deste. Fica a dúvida.
Dedico este vídeo a todos os que procuram seguir a profissão de arquitecto. Haja saúde!
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Estava eu descontraidamente numa sala de cinema ainda a ver os trailers, quando sou surpreendido exactamente por isto:
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O filme Playtime realizado por Jacques Tati surge em 1967 como grande crítica à sociedade moderna e ao modernismo no geral. O filme organiza-se por sequências onde o personagem principal é um turista se limita a ser um observador passivo deambulando pela futurista e completamente modernizada cidade de Paris, de torres de escritórios de ferro e vidro, transformada para se assemelhar a qualquer grande cidade do mundo, como de facto ilustrado pelos vários vários posters de turismo na agência de viagens (os edifícios iguais em lugares diferentes, ilustrando o Turismo como uma rede de ciceronia internacional). Esta é uma cidade planeada e organizada entre espaços vazios e regulares, povoada de sons, onde o espaço público e o espaço privado se confundem, plena de movimentos padrão e representa o expoente máximo do movimento moderno.
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