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Typefaces de Arquitecto

Typefaces, mais conhecidas por fonts, fontes ou tipos de letra. Não há arquitecto ou designer que lhes seja indiferente. Usamo-las para criar uma identidade própria, um estilo.

Uma boa utilização de uma typeface ou font pode valorizar a apresentação do conteúdo que queremos transmitir, na hierarquização de títulos, texto e legendas, no destaque de palavras chave e pela fácil legibilidade tendo em conta o suporte (digital ou impresso).

Um artigo da smashing magazine selecciona 80 fonts / typefaces para uso profissional. Algumas são a pagar, outras gratuitas. Ao contrário de várias typefaces abonecadas-hightech-grunge-espalhafatosas-desproporcionadas que encontramos regularmente usadas em títulos de trabalhos de escola, estas representam a nata da sua classe e estão aptas para texto de imprensa, headlines, legendas, entre outros.

Em cada atelier de arquitectura que conheci existia sempre uma typeface padrão. Seria interessante saber qual é a typeface mais utilizada em ateliers de arquitectura. No vosso atelier que typefaces usam?

Por favor, respondam nos comentários.

80 beautiful fonts typefaces for professional design

Frases Inspiradoras sobre Talentos e Génios

“Quando um gênio verdadeiro aparece neste mundo, você pode conhecê-lo pelo seguinte sinal : Os ignorantes estão todos unidos contra ele.” Jonathan Swift

“Qualquer tolo inteligente  consegue fazer coisas maiores e mais complexas. É necessário um toque de gênio e muita coragem para ir na direção oposta.” Albert Einstein

“Os talentos atingem metas que ninguém mais pode atingir, os gênios atingem metas que ninguém jamais consegue ver. “Arthur Schopenhauer

“O Gênio é aquele que tem uma grande paciência.” Thomas Edison

“Nunca existiu um gênio sem uma pitada de loucura.” Aristóteles

“Aprender constantemente e involuntariamente é próprio do gênio.” Marie Von Ebner-Eschenbach

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Dutch House Entrance

Entrada de uma habitação holandesa, em Amsterdão // Dutch House Entrance, in Amsterdam

Cascais é dos Arquitectos!

Entre 1960 e 1990, 76% da área contruída legalmente no concelho de Cascais era da autoria de arquitectos. Em mais de 3000 técnicos inscritos na Câmara, apenas 4 arquitectos foram responsáveis por 37% da área urbanizada do concelho de Cascais.

José Guedes Cruz, in Cubo 009

Nuove Scuole per la Città delle Culture, Prato (Italia)

ateliermob + Agostino Ghirardelli

A minha primeira colaboração num concurso no ateliermob!

Nuove Scuole per la Città delle Culture, Prato (Italia)

(clicar nas imagens para aumentar)

[IT]
“Allevare i bambini è una impresa creativa, un’arte più che una scienza”
B. Bettelheim

Progetto educativo
A quali bisogni deve dare risposta un edificio per l’infanzia?
Quali devono essere i suoi caratteri fondanti perchè possa definirsi “a misura di bambino” e ne favorisca la crescita e l’instaurarsi di un proficuo rapporto educativo?
La scuola dell’infanzia rappresenta nell’immaginario infantile la “prima scuola” di cui anche da adulti ci si ricorda, si tratta quindi di una struttura carica di valenze simboliche e identitarie per lo sviluppo dell’individuo. Si potrebbe parlare di uno spazio intermedio in cui sperimentare la propria autonomia in un contesto che evochi il clima intimo e rassicurante della “casa famigliare” ma che al tempo stesso possa differenziarsi e acquisire una sua specificità e un ponte comunicativo con la realtà esterna.

Nuove Scuole per la Città delle Culture, Prato (Italia)

I bambini sono in questa fase “piccoli esploratori” a caccia di nuovi stimoli da trasformare e ricreare in una dimensione che non sia più solo quella sensoriale e concreta dei primissimi anni di vita, ma che si affacci verso la creazione simbolica. La scuola dell’infanzia è innanzitutto uno spazio di “gioco alla vita” in cui ogni elemento rappresenta una condizione per il bambino per intraprendere attività simboliche, ossia tutte quelle attività che preparano in modo protetto alla sperimentazione della realtà (spazi e materiali per il “gioco del far finta”, disegno, canto, danza etc).

Nuove Scuole per la Città delle Culture, Prato (Italia)

La strutturazione degli spazi si articolano in questo continuum che va’ dalla spazio raccolto e protetto della “casa” a quello via via sempre più ampio del “fuori”. Gli spazi sono calibrati in funzione dei bisogni del bambino, spazi di diverse dimensioni: da ambienti più piccoli da personalizzare, ad ambienti via via più ampi in cui stimolare la condivisione con gli altri, l’esplorazione e la scoperta.

Nuove Scuole per la Città delle Culture, Prato (Italia)

Si profila la possibilità con l’architettura stessa di “fare esperienza” del mondo creando una scuola-laboratorio protetto in cui sperimentarsi “grandi” lavorando sulle emozioni sensoriali e percettive del bambino nel suo processo di crescita.

Imagem Aéria

La spazialità così intesa dà vita ad uno scenario ricco di stimoli percettivi che si esplicano nella varietà delle dimensioni degli ambienti (da spazi più piccoli a spazi aperti), nell’utilizzo di materiali diversi per i rivestimenti (pavimenti in gomma dura, morbida, legno, sabbia), nella gamma di colori scelta per le pareti interne associata alla gamma di colori che si vedono dalle vetrate che danno sull’esterno della corte e del patio.

[Vincitori]

[PT] Sem tradução
[Vencedores]

[ENG] No English translation
[Awards]

Euro 2008, Arquitectura da Habitação Temporária

Fan Camp Vienna. Euro 2008.

Não são escritórios. Parece uma imagem retirada do filme Playtime de Jacques Tati, um enorme espaço fragmentado em cubículos de escritório, mas é, na verdade, Fan Camp Vienna : 3,000 camas num espaço único, um lugar de estadia acessível para fans do Euro 2008, por 38€/noite. É um hall de exposições adaptado situado a apenas 700m do estádio de futebol Ernst Happel.

Ver artigo sobre Playtime de Jacques Tati.

Portfolio Preview

Encontro-me neste momento a acabar o meu Portfolio de Arquitectura que tenho vindo a compilar ao longo dos últimos meses em paralelo com outros projectos e actividades. Deixo aqui um “teaser” com algumas imagens de concursos e alguns trabalhos académicos para abrir o apetite ;-)

O Portfolio final incluirá também uma selecção de trabalhos de design gráfico e design automóvel.

Portfolio Arquitectura - vasco (at) arqblog.com

The Keating Hotel by Pininfarina

The Keating Hotel by Pininfarina

Uma entrada minimalista em vermelho vivo é o símbolo deste hotel desenhado por Pininfarina em San Diego, Califórnia.

The Keating Hotel by Pininfarina Imagens

Para mais informações, consultar thekeating.com.

Metro Canopy

Metro Canopy

O Metro de Washington D.C. desafiou arquitectos locais a proporem projectos de canopies para serem construídas por cima das actuais escadas rolantes, protegendo-as dos elementos naturais.

Ao que parece, alguém não ficou contente com o projecto vencedor, criticando a sua estética, conceito e originalidade. Por essa razão, criou esta proposta como resposta à complacência intelectual, socio-económica e determinantes políticos em Washington D.C.. Apresenta-se como um desafio às assumpções tradicionais da região, revelando novas formas de pensar, viver e construir na capital da nação. É também uma experiência em representação de arquitectura. Fazendo uso de 3D, animação e da web, a experiência de arquitectura não contruída pode ser explorada a um novo nível e para uma audiência mais alargada.

We are not calling for a new disordered architecture to match the disorder of culture, this would only affirm the chaotic. Rather, we propose experiments in search of new orders, projections of new relationships - Steven Holl

Metro Canopy 2

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Calatrava vs Isozaki

Calatrava vs Isozaki

Calatrava processou o município de Bilbao por ligar uma rampa desenhada por Isozaki a uma ponte desenhada por ele. Este afirma que os seus direitos de projectista foram afectados porque a sua “obra de arte” foi mutiada pela ligação de uma nova rampa que leva a um novo edifício de Isozaki.

Isto está a gerar um debate interessante na “pertença” de um projecto de arquitectura e como este pode ser afectado ou não por outros colegas arquitectos ou utilizadores.

Calatrava vs Isozaki Imagem

Fonte: http://www.pushpullbar.com/forums/showthread.php?t=5641

Ajuda-me Mies!

“Ajuda-me Mies! (Onde está o Esc?)”. Ser arquitecto, ou mesmo tentar sê-lo, é uma profissão de risco. Risco psicológico, risco de passar para o lado de lá e não voltar, de atingir a loucura. Este vídeo é a prova disso mesmo. O jovem estudante de arquitectura, foi fazer Erasmus para Alicante para “dis-fru-tar e pro-jec-tar”, mas uma sucessão de acontecimentos inesperados levam-no ao limite… ou além deste. Fica a dúvida.

Dedico este vídeo a todos os que procuram seguir a profissão de arquitecto. Haja saúde!

O Arquitecto

Terminei hoje de ler o livro O Arquitecto de Keith Ablow.

Foi-me oferecido pelo Natal pelos tios da minha mãe que provavelmente encantados pelo título, acharam que seria a prenda ideal para mim, tendo recentemente terminado o curso de Arquitectura. De facto, foi! Apesar de que, ao contrário do que se possa pensar de imediato, não se tratar propriamente de um livro de arquitectura ou da condição da profissão de arquitecto.

O livro é um policial que trata um assassino em série que deixa um rasto de vítimas pertencentes às familias mais abastadas dos Estados Unidos e cujos corpos disseca com uma precisão e cuidados cirúrgicos para expor um orgão, vaso ou articulação como se este fosse uma obra de arte. Frank Clevenger, psiquiatra forense é o protagonista. Ele debate-se ao longo de toda a história com a sua carreira profissional, o desafio que lhe é apresentado e a urgência em simultâneo com problemas pessoais desde as suas relações afectivas à a sua dependência no alcool .

Clevenger tem que encontrar rapidamente o elo entre as victimas e descobre que estão todas relacionadas de alguma forma com a sociedade secreta Ordem da Caveira e dos Ossos, da Universidade de Yale. Esta pista leva-o a West Cross, um arquitecto considerado um génio, também ele membro da Ordem, que procura criar as casas mais perfeitas baseadas na análise que faz às familias que as vão habitar, que também deverão encaixar nesse ideal de perfeição, nem que para isso seja necessário eliminar os elementos que são obstáculos aos seus propósitos.

O thriller explora a complexidade da mente humana, a ténue fronteira entre sanidade e loucura, a busca pela perfeição, o desejo de ordem, a dimensão humana da arquitectura além das simples medidas. O objecto, a acção, o significado, a dimensão oculta.
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Metro de Moscovo

Moscow Metro Book

Moscow Metro Book - ploshadrevolutia

Moscow Metro Book - Electro

Moscow Metro Book - baumanskaya

Dos sistemas de metro de todo o mundo, o Metro de Moscovo é considerado o expoente máximo. Beleza e ornamentação brotam do interior da terra em 165 estações, ligadas por 265 km de carris e 11 linhas. A distância média entre estações é de 1.8 km. A contrução do Metro de Moscovo iniciou-se em 1930, antes da WWII, tornando-se famoso pelas suas estações luxuosas com recurso ao mármore, mosaico e pedras semi-preciosas. Existem 10 anéis radiais e uma linha circular que as intersecta. Um facto interessante é que para diferenciar a direcção de viagem, é utilizada uma voz masculina no sentido dos ponteiros do relógio e voz feminina no sentido contrário. O mesmo se aplica também se nos aproximamos do centro, ou nos afastamos.

“Sem visão, sem interpretação, sem contribuição artística ou ambiguidade.” É assim que Bee Flowers, um holandês que cresceu no Egipto e viveu durante os anos 90 na Rússia, fala do seu livro Moscow Metro Book. Esta monografia, que reúne 450 fotografias e 27 panorâmicas, surgiu do seu interesse pelos fascinantes mosaicos, não existindo até à data nenhuma publicação sobre o tema. No seu site pode-se apreciar esta magnífica colecção de fotografias panorâmicas 360º.

Links relacionados:
Moscow Metro Book
Moscow Metro @wikipedia
Urban Rail

Arquitectura Selectiva

“Insatisfação na Arquitectura” é o tema de capa do Expresso Emprego deste fim-de-semana.O que mais me surpreendeu neste texto foram os números:

  • 80% dos arquitectos recebe em média até 2000 euros mensais brutos
  • 10% declaram receber mais de 3000 euros mensais brutos
  • 50% das mulheres e 37% dos homens declara receber menos de 1000 euros mensais brutos
  • 50% do número total de arquitectos a exercer tem menos de 35 anos
  • todos os anos entram no mercado 1000 novos arquitectos licenciados pelas 13 faculdades estatais e privadas do país
  • licenciados em arquitectura rondam os 15 mil profissionais (dos quais 35,5% são mulheres)
  • a maioria (mais de metade) entrou na profissão através dos seus conhecimentos pessoais: professor, familiar, amigo ou colega
  • 25% dos actuais arquitectos possui relações próximas dentro do corpo profissional da arquitectura, o que aponta para a existência não só de dinastias como também de clãs profissionais

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Vídeo Arquitectura: 3 Visões

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